a sinopse é retirada da orelha ou da contra capa dos livros

- A Esposa Amada de Tutankhamon -


No séc. XIV aC., o senhor do Egito é o faraó Akhenaton, "o que irradia para Aton". Casado com Nefertiti e pai de três filhas, funda um novo império – Akhetaton, a cidade do Sol – e com isso desencadeia um conflito com o clero tebano, devotado ao deus Amon. Seu reinado dura pouco mais de 15 anos. Ao morrer, o poder real é entregue à sua filha Akhesa. Como rainha do Novo Império, mais precisamente da XVIII dinastia, período considerado por muitos historiadores como o mais brilhante da história egípcia. Akhesa herdará um Egito rico e poderoso, mas dividido entre Amon e Aton, entre Tebas e Akhetaton. Jovem de beleza e graças extraordinárias, a nova rainha faraó, que se tornará a amada de Tutankhamon, lutará com toda a força, inteligência e perspicácia para se manter digna da imagem do pai e da sua devoção ao deus Sol.

- Hatchepsut, Filha do Sol -


No Egito do séc. XVI aC., uma princesa real tem a ousadia de fazer-se coroar faraó. Move-a a sede de poder e de honrarias. Essa princesa é Hatchepsut. Submetida a seu pai, casada com um meio-irmão, também faraó, esta herdeira de uma grande dinastia quer fazer-se filha dos deuses, afrontando a tradição egípcia que jamais conhecera no poder alguém que não fosse do sexo masculino. Sua obstinação não tem limites e ela usurpa o trono do herdeiro ainda criança. Seu reinado constitui um dos pontos altos da civilização egípcias. Mas os ressentidos faraós que a sucedem não lhe perdoam a ambição: destroem sua imagem e suas estátuas e amaldiçoam sua alma. Permaneceu assim "desaparecida" por mais de três mil anos. A egiptologia moderna redescobriu essa "faraona", filha do Sol, no seu templo em Deir el Bahari.

Trata de um difícil período do Egito Antigo, o dos quinhentos anos, no final do Médio Império, em que o país esteve sob o domínio dos hicsos. Um povo de origem obscura, conhecido por sua agressividade, que se instalou, ao longo de três dinastias, na capital Mênfis – cujas ruínas estão, hoje, na periferia do Cairo. O livro relata as circunstâncias da morte de Sekenen-Rá, o governador de Tebas, a capital da parte sul do país, hoje conhecida como Luxor. Dez anos depois, enquanto seu filho, Kamus, se esconde em Nebata, o neto Ahmus, disfarçado de mercador, retorna a Tebas para preparar a grande batalha de Tebas.

São reflexões sobre uma extraordinária experiência de poder, surpreendentemente próxima de nós. Memórias fictícias, sem dúvidas, mas fundadas em documentação verdadeira e comprovada, assim como nas marcas do poderio deste que foi o escolhido de Sethi, filho do Sol, o faraó que reinou 67 anos – de 1301 aC. até sua morte em 1234 aC. – com sabedoria, coragem e diplomacia, em um Oriente em plena renovação, tanto espiritual quanto material.


Obra em 5 volumes 

Ao recriar a grandiosidade e o mistério dos tempos antigos, Christian Jacq retrata, como nunca fez antes, o magnífico faraó Ramsés II, cujo reinado se encontra talhado em esculturas colossais. Pertence à XIX dinastia do Egito Antigo, Ramsés soube cultivar a sabedoria, a justiça, a beleza e a prosperidade. Abençoado por Sethi e amado pelo povo, ele reinou por mais de 60 anos às margens do Nilo, a terra do misticismo e do encantamento.
  • O Filho da Luz
  • O Templo de milhões de anos
  • A Batalha de Kadesh
  • A Dama de Abu-Simbel
  • Sob a Acácia do Ocidente

- a verdade por trás do maior mistério da arqueologia -


Que segredos se encontram por trás da controvérsia que cerca a abertura do túmulo de Tutancâmon? Porque a revelação de Howard Carter acerca do teor dos manuscritos encontrados dentro da tumba ameaçou gerar o caos no governo britânico da época? Os documentos revelariam a verdadeira história do êxodo bíblico? Será que as provas existentes neste livro questionariam o direito de Israel à Palestina? Este livro é o resultado de pesquisas exaustivas realizadas por dois autores determinados a descobrir a verdade sobre o que se tornou o mistério mais intrigante do Egito e da arqueologia. Este é o livro mais abrangente, detalhado e preciso jamais escrito sobre a vida  e a época de Tutancâmon – inclusive a descoberta de seu túmulo.

- O Segredo Sagrado dos Maias, Egípcios e Maçons -


Usando seus conhecimentos de engenheiro e cientista e as chaves do código maia, Cotterell volta sua atenção para o Egito, examinando a vida, a época e o túmulo de Tutankhamon. Por mais de 75 anos desde que o túmulo de Tutankhamon foi aberto, experts têm tentado, sem sucesso, explorar o legado do enigmático faraó. Agora o autor lança uma nova luz sobre os mistérios do antigo Egito. E como fez isto? Ele encontrou a chave no interior de uma pirâmide no México e, usando-a, tornou-se habilitado a decodificar os tesouros da tumba do faraó e explicar o verdadeiro significado do sagrado segredo enterrado às margens do Nilo.

- a literatura no Egito faraônico -


A literatura revela o espírito de um povo, e aqui temos, pela primeira vez em língua portuguesa, a tradução direta de um amplo conjunto de textos escritos em hieróglifos do Egito faraônico, uma das mais antigas civilizações do mundo. E a expressão do caráter daquelas pessoas que viveram há mais de quatro milênios no vale do Nilo emerge para nós em escritos refinados sob múltiplas facetas: relatos de literatura fantástica, narrativas de aventuras, peças de um teatro ritualizado, crítica social, ensinamentos da velha e reconhecida sabedoria, poemas que exaltam ou contam a história de seus deuses e poesias amorosas de requintada expressão e delicado erotismo. A espiritualidade, as angústias e a alegria de viver, tudo se expõe nessa literatura vigorosa que influiu em todo o mundo antigo e atravessou milênios oculta até chegar a nós por inteiro em sua expressão acabada e original, graças aos avanços da moderna egiptologia.

Por séculos, o hieróglifo da Estela de Paser desafiou estudiosos de todo o mundo. Agora, o egiptólogo Walter Rothschild, que passou a vida estudando o enigma, está prestes a decifrá-lo. Mas quando um papiro desaparece misteriosamente, ele tem a certeza de não ser o único interessado. Um livro envolvente, com altas doses de traição e suspense.

"A essência do estilo egípcio pode ser definida em duas palavras: majestosidade e autoconfiança. Os egípcios talvez tenham sido o povo mais autoconfiante que o mundo conheceu. Eles não se viam como um povo escolhido; eram, pura e simplesmente um povo." Neste livro o autor analisa a fundo o desenvolvimento e o declínio de uma cultura que sobreviveu três mil anos, mantendo, durante todo esse período, uma notável pureza de estilo.

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A TODOS... "A todos trato muito bem sou cordial, educada, quase sensata, mas nada me dá mais prazer do que ser persona non grata expulsa do paraiso uma mulher sem juízo, que não se comove com nada cruel e refinada que não merece ir pro céu, uma vilã de novela mas bela, e até mesmo culta estranha, com tantos amigos e amada, bem vestida e respeitada aqui entre nós melhor que ser boazinha é não poder ser imitada." (Martha Medeiros)